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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Juan de Jarava (Século XVI)

Juan de Jarava viveu em meados do século XVI e foi médico de Leonor da Áustria, rainha da França e irmã de Carlos V. Traduziu para o espanhol obras antigas e contemporâneas de diversos tipos, tais como: as obras de Cícero, Aristóteles, Plínio e Erasmo.

Entre suas traduções de textos bíblicos estão "Os Salmos Penitenciais", "Os Salmos de Degraus" e as Lamentações de Jeremias. Todos traduzidos para a língua comum do povo. Além dessas obras, traduziu o Livro de Jesus, filho de Siraque, também chamado de Eclesiástico.


Traduzido por Marcos Paulo da Silva Soares
Acesso em 09 de janeiro de 2013, às 16:59
Usado com permissão

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Fernando de Jarava (Século XVI)

Fernando de Jarava, não deve ser confundido com o médico Juan de Jarava, seu sobrinho, foi capelão da rainha Leonor da Áustria, irmão do rei Carlos V. Parece que foi o autor de uma Instrução de Mercadores, cujo conteúdo discursava sobre comprar, vender e a usura que pode ocorrer em um transação comercial.

Sua contribuição à tradução de textos bíblicos para o castelhano vem da obra As Lições de Jó e Nove Salmos para serem cantados no Dia de Finados.*  Além disso, traduziu, tendo como base a Vulgata, as Lamentações de Jeremias e os Salmos chamados Cânticos de Degraus. Esse trabalho foi impresso em Amberes, em 1550.


Traduzido por Marcos Paulo da Silva Soares
Acesso em 09 de janeiro de 2013, às 16:46
Usado com permissão

* O original diz: "Las Liciones de Job, con los nueve Psalmos, que con ellas se cantan en las horas de los finados."

domingo, 6 de janeiro de 2013

Manassés Ben Israel (1604-1657)


Manassés ben Israel
Manassés ben Israel era de origem lusitana e ainda menino chegou a Amsterdã com sua família fugindo da Inquisição de Portugal. Sua família era uma das muitas famílias de marranos portugueses e espanhóis que tiveram que abandonar sua terra natal para buscar a liberdade que neles não a encontravam.

O apelido marrano foi dado pelos cristãos velhos ao grande número de judeus obrigados pela força a abraçar a fé cristã. Fingiam ser cristãos, mas secretamente praticavam o judaísmo.

Marranos, Pintura de Moshe Maimon (1893)
retrata o Sêder de Pessach  realizado secretamente na Espanha,
na época da Inquisição
fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marrano
Na Holanda foi aluno de Isaac ben Uziel com que aprendeu a Torá e o Talmude. Adquiriu grandes conhecimentos em filosofia, teologia e história. Falava e escrevia em espanhol, português, latim, hebraico, holandês e inglês. Tornou-se um referencial para os intelectuais da época. Estes o consultavam sobre questões filológicas e gramaticais.

Manteve correspondência com o jurista Grócio, com o hebraísta Buxtorf, o Velho, e com a rainha a Cristiana da Suécia, conhecedora de hebraico. Rembrandt o usou como modelo para seu quadro “O Rabino de Amsterdã”.


Em 1627, fundou em Amsterdã a primeira imprensa adaptada para o hebraico. Essa mesma cidade tornou-se um centro de difusão de livros para os séculos seguintes.

Uma das obras mais importantes de Manassés ben Israel foi A Esperança de Israel, cujo título completo em espanhol é o seguinte:

Esperança de Israel, obra curiosíssima composta por Menasseh ben Israel, teólogo e filósofo hebreu. Trata da admirável dispersão das dez tribos e seu infalível retorno com as demais à [sua] pátria, com muitos pontos, e histórias curiosas e declarações de várias profecias.

Nesta obra, nosso personagem defendia a esperança messiânica de encontrar as tribos perdidas e acabar com os séculos de peregrinação dos judeus pelo mundo. Haviam chegado da América noticias de um navio marrano afirmando terem sido vistos indivíduos pertencentes às tribos perdidas de Rubens e Levi. Da Inglaterra também chegavam noticias animadoras: a vitória dos puritanos trazia esperança para o restabelecimento dos judeus naquele país. No entanto, o Parlamento garantia tolerância apenas para os reassentamentos judeus não-marranos.

Manassés ben Israel editou muitos material litúrgicos e bíblicos para a comunidade judaica de Amsterdã e para novas comunidades assentadas na América provenientes da Europa.

 Como tradutor, trabalhou no livro de Salmos.


Traduzido por Marcos Paulo da Silva Soares
Acesso em 03 de janeiro de 2013, às 12:00
Usado com permissão

domingo, 30 de dezembro de 2012

Tradutores da Bíblia: Hermán, o Alemão (? - 1271 aprox.)

Hermán, o Alemão,[i] foi um dos integrantes da famosíssima Escola de Tradutores de Toledo, instituição medieval que exerceu grande influência na cultura científico-filosófica da época.

Trabalhando em Toledo, traduziu várias obras de Aristóteles, com a ajuda de moçárabes[ii] ou mudéjares,[iii] como por exemplo: Ética a Nicômaco (1240), incluindo um resumo dessa obra (1243-44) e um comentário à Poética, do mesmo autor. Traduziu também a Retórica de Averróis[iv].
Averróis ao centro
Detalhe da Pintura A Escola de Atenas,
de Rafael (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Averroes_closeup.jpg)


Uma das traduções mais antigas para o espanhol de uma obra bíblica é encontrada em um manuscrito aragonês i. j, 8 na Biblioteca de El Escorial, em Madrid. Os Salmos nesse manuscrito são identificados como a obra "que fizo Herman el Aleman, segund cuemo esta en el ebraygo."[v] Essa tradução foi feita a partir do hebraico. Tornou-se bispo de Astorga (Espanha) em 1266, permanecendo nesse cargo até sua morte, em 1271.


Traduzido por Marcos Paulo da Silva Soares
Fonte: http://www.proel.org/index.php?pagina=traductores/aleman
Acesso em 30 de dezembro de 2012, às 14:00
Usado com permissão



[i] Não confundir com seu homônimo e contemporâneo, Hermán, o Dálmata.
[ii] (Do árabeمستعرب,  must’aribarabizado) Cristãos da península Ibérica, de língua árabe, que conservaram sua religião sob a dominação muçulmana; Também nomeia um grupo de dialetos românicos falados pelos moçárabes (Fonte: Grande Dicionário Larousse Cultural da Língua Portuguesa).
[iii] Deriva da palavra em árabe:مدجّن [mudaǧǧan] que significa "doméstico" ou "domesticado" (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mud%C3%A9jar, acesso 30 dez. 2012).
[iv]  Abu al-Walid Muhammad ibn Ahmad ibn Muhammad ibn Rushd, em árabe أبو الوليد محمد بن احمد بن محمد بن احمد بن احمد بن رشد, (Córdoba, 1126 — Marrraquexe, 1198) foi um filósofo, médico e polímata (ou seja, alguém com conhecimento não restrito a uma única área) muçulmano andaluz conhecido pelo nome de Averróis, distorção latina do antropônimo árabe (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Averr%C3%B3is, acesso 30 dez. 2012).
[v] Algo como: “feita por Hermán, o Alemão, como entendido entre nós” (N. do Tradutor).

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Tradutores da Bíblia: Frei Luís de Granada (1504-1588)

O Frei Luís de Granada, à semelhança de outros personagens, desejava ver associado o nome da cidade em que nascera ao seu próprio nome. Em Granada, seu nome era associado a  fama que conquistara como eloquente pregador. Esteve nessa cidade, durante vários anos, no convento de Santa Cruz. foi pároco do convento Scala-Coeli, na cordilheira de Córdoba.

Luís de Granada ingressou na ordem dominicana aos 20 anos e foi aluno dos melhores professores de teologia de seu tempo como Melchor Cano e Bartolomeu de Carranza.

Com este último, teve uma grande amizade a tal ponto de tornar-se, talvez, um dos motivos diante da Inquisição. Carranza, primado da Espanha, foi implacavelmente perseguido pelo Santo Ofício.


Além disso, há em suas obras um inquestionável influência erasmiana, o que o tornava suspeito de heresia. Veja trechos de sua autoria:

Aquela  lei  exigia do homem o ser bom. 
No entanto, não lhe concedia forças para realizar tal obra.
Mas, esta  exigir-lhe o mesmo e concede-te a graça para isso.
Por isso, chama-se Lei da Graça.
Aquela exigia luta, mas não concedia as armas,
exigia subir ao céu, e nada oferecia para tal escalada,
exigia dos homens a espiritualidade, mas não lhe concedia o Espírito Santo
para que fossem.
Agora, isso é diferente, aquele estado acabou 
e nos encontramos em outro, tão diferente pelos méritos e sangue de Cristo.

Outro trecho de Carranza (Veja um retrato do mesmo ao lado) diz:

A graça é a maior de todas as dádivas que Deus poderia conceder
a uma pura criatura nesta vida.
Nada mais poderia fazer do homem filho de Deus 
a não ser um poder sobrenatural.
Ser co-herdeiro e participante da natureza divina.

Em 1547, redigiu sua notável obra Guia de Pecadores, para a qual utiliza como base um tratado escrito por nada mais, nada menos, que Jerônimo Savonarola. Prepara também uma recopilação do Novo Testamento contendo o Sermão do Monte, três capítulos do evangelho de João e uma paráfrase das cartas de Paulo Tudo escrito em castelhano.

Outra grande influência sobre o frei Luís foi o místico João de Ávila, o que fez aumentar as suspeitas da Inquisição sobre ele. De fato, ele deve que fugir para Portugal a fim de fugir da ação dos inquisitores. O sofrimento marcou seus últimos anos. O incidente do Suceso de la monja de Portugal aumentou sua angústia, uma vez que defendera a tal monja iluminada, visto que posteriormente tal fato foi comprovado como fraude.

Morreu aos 84 anos no exílio.

Traduzido por Marcos Paulo da Silva Soares
Fonte: http://www.proel.org/index.php?pagina=traductores/granada
Acesso em 25 de agosto de 2012, às 01:00
Usado com permissão

domingo, 9 de setembro de 2012

Tradutores da Bíblia: Andrés Flores (Século XVI)

Andrés Flores, natural de Andaluzia (Espanha), foi pregador no tempo do imperador Carlos V, de que obteve permissão para escrever em língua romance. Um de seus livros é De Doctrina Cristiana (Sobre a Doutrina Cristã), de 1552. Sua obra de tradução tem o título de Sumo de toda a Escritura Sagrada em verso heroico* castelhano.

*Verso decassílabo, onde as sílabas tônicas se encontram na 6a. e 10a. sílabas do verso, podendo também ocorre sílabas subtônicas nas sílabas 2 e/ou 4 (N. do tradutor).

Traduzido por Marcos Paulo da Silva Soares
Fonte: http://www.proel.org/index.php?pagina=traductores/flores
Acesso em 25 de agosto de 2012, às 00:42
Usado com permissão

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Jovem Poliglota

O britânico Alex Rawlings, de 20 anos de idade, fala 11 línguas e pretende aprender outros idiomas. As línguas que ele fala são: inglês, francês, grego, alemão, russo, espanhol, italiano, catalão, holandês, hebraico e africâner.
Após o russo, ele diz pretender estudar árabe. Dominar um idioma de uma certa família linguística ajuda-o a aprender outras do mesmo ramo linguístico.
Para o jovem, aprender idiomas é uma forma de conhecer pessoas e lugares. Assista o vídeo.
Acesso em 23 de fevereiro



quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Tradutores da Bíblia: George Borrow (1803-1881)



George Borrow nasceu em East Dereham (Inglaterra) no dia 5 de julho de 1803. Como filho de um militar, passou sua infância em diversas localidades da Escócia e da Inglaterra devido às contínuas mudanças próprias da profissão do pai.  
Em 1810, conheceu a Ambrósio Smith, o cigano que marcaria em Borrow uma influência perene. À semelhança de Jônatas e Davi, Borrow e Ambrósio juraram amizade perpétua.
Em 1818, encontramos os dois juntos novamente e, desta vez, Borrow decide ir com seu amigo para um acampamento de ciganos, onde aprenderia seus costumes e a língua romani.
Extraordinariamente dotado para línguas, aprendeu galês, dinamarquês, hebraico, árabe e armênio. Alguns de seus livros favoritos já mostravam sua inclinação aventureira e em nada estática: Gil Blas (novela picaresca francesa), de Alain-René Lesage, O Peregrino de Bunyan e Robinson Crusoé.
Quando morre seu pai, Borrow com 21 anos vai para Londres com a esperança de publicar os trabalhos de tradução literária que fizera. Entretanto, a realidade foi hostil. Esta foi uma época de sua vida em que passou grande crise espiritual. Voltou a encontrar-se com Ambrósio Smith e foi viver com os ciganos, pondo ferraduras em cavalos. A cavalo, percorre boa parte da Inglaterra em busca de aventuras.
A grande mudança na vida de Borrow ocorreu em 1833, quando influenciado por um pastor que conhecia seus dotes para as línguas, solicita  emprego na Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira. A primeira tentativa de ingresso não satisfez completamente a seus futuros chefes devido a uma frase ambígua para descrever sua vocação. Na segunda tentativa, Borrow mostrou mais clareza, convencendo ao comitê encarregado de admitir seu ingresso.
Seu primeiro destino como representante da Sociedade Bíblica foi a Rússia. Alí colaborou na transcrição e colação do manuscrito do Novo Testamento traduzido para a língua manchu e sua impressa. Também traduziu algumas homílias da igreja anglicana e duas coleções de poesia inglesa para o russo.
Em outubro de 1835, volta para a Inglaterra e a Sociedade Bíblica o envía para Lisboa com o objetivo de difundir a Bíblia em Portugal. Esta viagem marcará a vida de Borrow de uma forma que ninguém suspeitaria.
Após um curto período em Lisboa, Borrow decide ir para a Espanha e aí realiza a tarefa de difusão da Bíblia. Porém, para isso, ele necessita da permissão de Londres, apesar da permissão do governo espanhol para imprimir e distribuir a Bíblia sem notas em castelhano.
Voltando de Londres com a confirmação da Sociedade Bíblica, Borrow manda imprimir o Novo Testamento do Padre Scio sem notas, traduz o evangelho de Lucas para o caló e abre uma loja para vendas da Bíblia na rua do Príncipe, em Madrid.
Logo começam os problemas: em 1838, os livros são roubados da loja e Dom Jorgito (como era conhecido popularmente em Madrid) é preso.
Durante o período que ficou na Espanha, Dom Jorgito entrou em contacto com os ciganos de diversos povoados com o propósito de difundir o evangelho entre eles. Também viajou por diversas regiões da Espanha. Fruto de todo esse empenho foi sua popular obra A Bíblia na Espanha. Nessa obra, duas Espanhas são retratadas: a  oficial, reacionária e clerical, e a popular, castiça e espontânea.

Folha de Apresentação do Evangelho de Lucas em caló[1]

Manuel Azaña (foto ao lado), que mais tarde será o presidente da II República Espanhola, foi o tradutor e quem assinou o prólogo de A Bíblia na Espanha. A descrição que Azaña faz de Borrow no prólogo desta obre é o seguinte:
 “Borrow era alto, franzino, de pernas longas, de rosto oval e testa em forma de oliva. Tinha o nariz aquilino, porém não tanto largo. A boca, bem desenhada; olhos escuros e muito expressivos. Com uma precoce lucidez, a cabeça ficou completamente branca. As sobrancelhas largas e proeminentes davam ao rosto uma destacada aparência escura”.

Em 1840, Borrow volta para a Inglaterra onde se casa e publica vários livros, entre outros o já mencionado A Bíblia na Espanha. Morreu em Oulton, com a idade de 78 anos.



Lucas 9:57-60 em caló



Acesso em 21 de janeiro de 2012, às 19:00 horas
Traduzido por Marcos Paulo da Silva Soares
Usado com permissão.



[1] Linguagem própria dos ciganos da Península Ibérica que combina o léxico do romani, de origem indo-ariana muito evoluída devido aos costumes nômades do povo roma, e a gramática do castelhano e de outras línguas peninsulares (N. do Trad.).

domingo, 22 de janeiro de 2012

Tradutores da Bíblia: Jonas Abravanel (Século XVII)


Os Abravanels foram uma antiga família judia de Sevilha que no início das perseguições em 1391 tiveram que emigrar para Portugal. Em anos posteriores (1483) a família Abravanel teve que cruzar a fronteira novamente, mas em sentido oposto. O patriarca da família, Isaac Abravanel, era um homem de grande erudição e um sábio estudioso do Talmude. Ele escreveu comentários aos livros dos profetas e sobre os livros de Josué, Juízes e Samuel. Todos eles escritos em língua hebraica.
Durante certo tempo viveu em Castela, na zona de Plasencia, isto é, próximo da fronteira com Portugal. Mesmo assim em documentos de 1488 aparece como vizinho de Alcalá de Henares e, em 1491, como vizinho de Guadalajara.
Homem muito rico, sua atividade centraliza-se no arrecadamento de impostos e no empréstimo com juros. De fato, foi ele quem financiou a guerra que os Reis Católicos, Isabel de Castela e Fernando de Aragão, sustentaram contra o último reduto muçulmano em Granada e que, paradoxalmente, decretará também o fim da estada judia na Espanha.
É verdade que o edito de expulsão ocorrerá em 31 de março de 1492, porém não será publicado até abril do mesmo ano. Nesse ínterim, os judeus influentes no Reino aproveitaram para mover suas peças e tentaram anular o edito. Nessas tentativas, participará principalmente Isaac Abravanel, ainda que em vão. Conta-se que Tomás de Torquemada, o primeiro Inquisidor Geral, entrou na residência de verão onde os Reis Católicos estavam recebendo os líderes da comunidade judia, carregando um crucifixo e bradando: 

“Judas Iscariotes traiu a Cristo por trinta denários, vós quereis agora vendê-lo por trinta mil. Aqui está o Cristo, tomai-o e vendei-o”.

Isaac Abravanel abandonou a Espanha com sua família em julho de 1492, mas não sem antes tentativas de convertê-lo e batizá-lo por meio de pressões.
A saga dos Abravanels gerou muitos episódios que haveriam de consagrar a fama desta família, principalmente dos três filhos de Isaac Abravanel: Judas, Isaac e Samuel.
Especialmente um de seus descendentes, Jonas Abravanel, traduzirá os Salmos para o castelhano em Amsterdã em 1650.

Traduzido por Marcos Paulo da Silva Soares

Sons e Línguas - O Fazer Missões através da Tradução da Bíblia em Poesia

Abaixo segue o texto do Folheto Sons e Línguas, da Missão ALEM, que descreve de modo singelo o trabalho do missionário-tradutor de Bíblia...